Na saída de campo, para além da identificação das espécies encontradas, recolhemos sementes de estramónio e alguns dias depois água.
Através da análise da água verificamos que a água do nosso rio está extremamente poluída com nitritos e fracamente poluída com nitratos, fosfatos…; em relação à toxicidade a água do Cáster não é tóxica.
Segundo o professor e alguns textos que lemos, o estramónio é uma planta tóxica. Nestas últimas semanas estamos a tentar comprovar experimentalmente esta informação e ambicionamos encontrar o seu DL50 (que concentração de estramónio é necessário para que 50% da população morra).
Já fizemos testes com dáfnias e com algumas plantas (ervilheira, couve-galega).
Ainda não temos conclusões e, por isso, temos de continuar a esmagar sementes de estramónio, adicionar água destilada, filtrar a mistura, colocar sementes de outras plantas a germinar com este preparado, observar quantas sementes germinam, medir, caules, raízes…, ver se existe alguma relação entre os resultados – um trabalho um pouco cansativo (principalmente a medição), contudo estamos a gostar desta procura de informações sobre a toxicidade do estramónio.
Sem resultados a apresentar, mas com algumas fotografias…




Os nossos cumprimentos
BFC
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